Opinião

A importância dos Festivais

Escrito por Paulo Sacaldassy Ter, 19 de Agosto de 2008 16:02

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Longe do grande público e da cobertura da grande mídia, os festivais de teatro sempre fazem a festa da classe teatral em várias partes do Brasil. Não é de hoje que eles são importantes para a formação de atores, diretores, dramaturgos e toda a gente que é envolvida na preparação de uma peça teatral. Nesses festivais é possível conhecer a diversidade cultural do Brasil e o jeito peculiar que cada região tem de mostrar as concepções e interpretações sobre os espetáculos que apresentam.

Certa vez, participando no Festival Nacional de Ponta Grossa, tive a oportunidade de assistir espetáculos do Acre, do Rio Grande do Norte, do Interior de São Paulo, da Região Sul do país, e trocar conhecimentos que me foram enriquecedores. Imaginem só, a quantidade de cultura que foi possível absorver. Foi incomensurável! Um caldeirão de sotaques, de hábitos, de interpretações, e assim, com certeza, acontece em todos os festivais que são realizados pelo Brasil.

Os grupos de teatro que de alguma maneira têm a possibilidade de participarem, devem participar dos festivais, pois, além da vantagem do enriquecimento cultural advindo da diversidade proporcionada nesses festivais, o público é em quase toda sua maioria, formado por gente ligada ao teatro.

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A Quem Interessa a Cultura?

Escrito por Paulo Sacaldassy Dom, 10 de Agosto de 2008 23:32

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Em um país de dimensões continentais como o nosso, onde há muitas urgências e problemas de grande relevância, como a desigualdade social e a violência, dois pontos importantes se destacam e merecem uma atenção maior do que vem sendo dada. A Educação e a Cultura. A educação, todos sabemos como vai, mas isso é assunto para outro dia, já a cultura, bem...

Desde os primórdios, a cultura sempre foi a base das civilizações, na Antiga Grécia, na Roma Antiga, no Egito, e até no Velho Continente, a cultura sempre teve status e importância na vida do ser humano e na condução pelos governantes, e serviu de alicerce para humanidade.

Até mais que a educação, a cultura tem um papel fundamental para o desenvolvimento das pessoas, pois também é através dela que o homem adquire instrumentos necessários para sua evolução, e com a qual, se torna capaz de entender coisas sobre sua vida.

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Vamos fazer teatro?

Escrito por Paulo Sacaldassy Sáb, 02 de Agosto de 2008 00:08

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Não entendo muito bem o que vem acontecendo nos dias de hoje. Há uns tempos atrás, esse era um fenômeno exclusivo do futebol, pois todo menino, queria por que queria, ser jogador de bola. Confesso, eu também quis. Mas, agora também há um outro fenômeno acontecendo, o objetivo de meninos e de meninas passou a ser um só. Serem estrelas de televisão!

Só o que vem acontecendo é algo um pouco absurdo. Pessoas clamando por uma chance, como se isso fosse vital para suas vidas! Não consigo entender! Até os pais de hoje em dia, embarcam nessa viagem de ter um filho estrela de televisão.

Por quê? Fama? Sucesso? Dinheiro? O que move tantos jovens a fazerem tantos sacrifícios para se tornarem artistas de televisão? Muitos invertem a ordem das coisas e acham que só porque são bonitos e graciosos, têm condições de serem guindados a ser a nova estrela juvenil.

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Escrito por Nadja Medeiros - jornalista, publicitária e especialista em cinema e TV. Seg, 28 de Julho de 2008 12:01

A rotina passa aos olhos sem ao menos notarmos alguns detalhes. Pensar sobre o futuro ou procurar emprego são situações que demandam uma certa fé. Na verdade, a vida torna-se um fardo pesado sem a prática de uma “fé” diária.

É monótono crer naquilo que os olhos vêem ou procurar Sócrates em qualquer livro de auto-ajuda. O céu não é o limite, como pensava Einstein.  Ele não procurava maiores indagações sobre a origem do universo, mas explorava até onde sua imaginação alcançava.

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Alma de Artista

Escrito por Paulo Sacaldassy Seg, 28 de Julho de 2008 11:55

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Hoje em dia, o que tem de gente querendo ser artista é um absurdo, chega as raias da loucura. Parece que não teremos mais, médicos, advogados, engenhei-ros, dentistas, professores, contadores... Mas, como identificar um artista entre tantas pessoas? Pensei, repensei, tornei a pensar e no fim, cheguei a uma conclu-são: Um artista a gente conhece pela alma!

Alma de artista exala sensibilidade por todos os poros. É capaz de emocionar com gestos simples, sem dizer nada, faz chorar e rir com a naturalidade de quem diz: bom dia! Tem uma luz que ilumina qualquer espaço que ocupe.

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Sobre "Emagrecer pela razão, um novo paradígma"

Escrito por Nadja Medeiros - jornalista, publicitária e especialista em cinema e TV. Seg, 14 de Julho de 2008 08:37

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Caros leitores de Grandes Talentos.

Sobre a cartilha "Emagrecer pela Razão, um Novo Paradigma", de Odylanor Havlis,  gostaria de dizer que as dicas são os grandes desafios do novo milênio. Ainda mais quando dependemos de tempo e de praticidade, que nos atraem facilmente às armadilhas.

Quando o autor argumenta que o tempo biológico é o que deve ditar a rotina alimentar, surge a incoerência dos condicionamentos modernos que nos levam a não ter horário para comer.  No entanto, é enfático a questão da qualidade do que se come e quanto se come. Assim, quando não nos privamos de um determinado alimento, logo não cometeríamos exageros.

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O milagre da cultura brasileira

Escrito por Nadja Medeiros - jornalista, publicitária e especialista em cinema e TV. Sex, 04 de Julho de 2008 21:18

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Quando foi noticiado o sequestro de “O Lavrador de Café” do MASP , passei a acreditar que atrás de uma arte, há sempre outra escondida. Tanto que Robin Hood não seria o mestre dos ladrões caso não apreciasse uma boa obra.

A arte é reflexo de seu criador, e no Brasil é reflexo do governo, o que torna o conto menos bucólico. E não é por falta de dinheiro, porque há. Não se sabe para onde vai. Bem, mais ou menos, pois o gasto oficial em festas e solenidades, recentemente divulgado pela VEJA, pode dar algumas pistas do descontrole. Algo em torno de R$ 18 milhões. Até o “boi bumbá” cobraria cachê em uma de suas aparições alegóricas.

O quadro não é tão desolador, tampouco causa frisson à maioria da população. Primeiro, porque a cultura geral requer mão-de-obra operacional no mercado de trabalho, e portanto, não existe espaço para leitura ou práticas estóicas da arte. Segundo, que a escola pública perdeu-se na mediocridade. E terceiro, que a lei Rouanet, criada em 1991 para oferecer incentivo fiscal a mecenas da cultura, lançou-se na ilusão megalomaníaca do Brasil alto astral e inatingível em suas dificuldades.

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